Notícias e Releases

Navegação de categorias

Publicador de Conteúdos e Mídias

angle-left Colher mais e com menor impacto: desafio diário do CTL
Voltar para

Colher mais e com menor impacto: desafio diário do CTL

O sistema Cut-to-Length propicia práticas operacionais mais sustentáveis.

A sustentabilidade no sistema de colheita CTL (Cut-to-Length) é respaldada por argumentos que vão desde a maior quantidade de frentes de trabalho com o mesmo número de máquinas, comparado aos outros sistemas, até formas de operação que reduzem o consumo de combustível. Colher madeira com o mínimo de impacto ao meio ambiente é o desafio que cada vez mais vem mobilizando as empresas do setor.

“A Ponsse acredita que o futuro das florestas está em práticas cada vez mais sustentáveis e o desenvolvimento tecnológico é o aliado para o avanço exponencial, trazendo soluções completas e que atendam às necessidades dos nossos clientes. Máquinas mais leves e mais eficientes, menor consumo de combustível e… quem sabe o que o futuro nos reserva?”, destacou o Diretor Ponsse Latin America, Fernando Campos.

Colher com mais confiabilidade. Pensando em número de equipamentos, o grupo de trabalho do sistema CTL é simples e confiável, composto por duas máquinas: Harvester e Forwarder. Em contrapartida para o mesmo volume de madeira processada, no sistema Full Tree, por exemplo, o grupo de trabalho, geralmente é composto por quatro máquinas: Feller Buncher, Skidder e duas Garras Traçadoras. Enquanto no primeiro, as máquinas trabalham de forma paralela e independentes entre si, no segundo, o sistema de trabalho em série impacta na produção final, quando algum desses elementos deixa de operar. Se o harvester para, não impacta as outras frentes de trabalho, enquanto que, se o feller interrompe a operação, os demais também param.

 

Rentabilidade além da operação. Os custos do sistema CTL são menores, principalmente quando se analisa toda a cadeia florestal. Por exemplo, a densidade de estradas acaba sendo menor em função do aumento da distância média de extração, o que reduz a necessidade de implantação e manutenção de malha viária. Em paralelo, o benefício se estende no aumento de área disponível para plantio.

O método CTL elimina a sobreposição e etapas desnecessárias na cadeia de colheita e processamento de madeira. O método foi desenvolvido para aproveitar ao máximo a valiosa matéria-prima, reduzir os custos da colheita e garantir uma produtividade de colheita uniforme e alta ao longo do ano.

O impacto das máquinas sobre o solo, também é menor. Com menor deslocamento, com menor número de componentes no talhão, há menor compactação do solo, devido ao menor número de viagens. Além de, a distribuição de peso de um forwarder Elephant King (o maior da categoria) carregado é igual a de um Skidder sem carga, compactando menos por unidade de área por onde trafega. Como o processamento da madeira no sistema CTL é feito dentro da floresta, os resíduos como galhos, folhas e topos de árvores permanecem no talhão, formando um “cama” sobre a qual as máquinas trafegam. Além dessa proteção adicional, durante o processo de decomposição natural, os resíduos são importante fonte de nutrientes, promovendo melhor qualidade de solo para o próximo plantio.

 

A tecnologia é a principal aliada para uma operação de colheita florestal mais sustentável. Diferentes técnicas de operação garantem o uso mais eficiente da máquina, fazendo reduzir até mesmo o consumo de combustível. Um exemplo é o sistema Active Crane que auxilia o operador na forma como realizar os movimentos da grua, executando-as da maneira mais eficiente, garantindo a produtividade e o baixo consumo de óleo diesel.

O que mais?

De acordo com Campos, o desenvolvimento tecnológico agrega novos conceitos à colheita florestal. Diferentes frentes de pesquisa já estudam o uso de máquinas elétricas, por exemplo, dando assim a opção do uso de uma fonte de energia limpa e renovável. Neutralização de carbono, automatizações, operações remotas, dados em tempo real…

“Cada conceito desse é um desafio para nós. A colheita florestal é uma atividade que visa a produtividade com menor impacto ao meio ambiente. A Ponsse acredita e trabalha para que as máquinas sejam neutras na emissão de carbono e busca todos os dias por inovações que ajudem nossos clientes a alcançar seus objetivos”, finalizou Fernando.


Para saber mais sobre o sistema CTL consulte o e-book completo sobre o tema em:

https://materialbank.ponsse.com/ui/shares/w17117322/48462/en/